A Autora

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Meu objetivo com este blog é reunir o maior número de informações possíveis através da pesquisa em internet de sites que desenvolvam trabalhos específicos voltados para terceira idade , sei que a internet é um mundo, e quero com isso diminuir o tempo de pesquisa , mostrando ao máximo o aspecto biopsicosocial da tão discutida melhor idade . Espero contribuir com todos que porventura vierem visitar este espaço . Sílvia Regina

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27 de Junho de 2009

Cora Coralina , uma lição de vida !!!

¨Minhas mãos doceiras
Jamais ociosas
Fecundas imensas e ocupadas. Mãos laboriosas
Abertas sempre para dar,ajudar, unir e abençoar”
Cora Coralina, pseudônimo de Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, (Cidade de Goiás, 20 de agosto)de 1889Goiânia, 10 de abril de 1985) foi uma poetisa e contista brasileira. Mulher simples, doceira de profissão, tendo vivido longe dos grandes centros urbanos, alheia a modismos literários, produziu uma obra poética rica em motivos do cotidiano do interior brasileiro, em particular dos becos e ruas históricas de Goiás. Filha de Francisco de Paula Lins dos Guimarães Peixoto, desembargador nomeado por D. Pedro II, e de Jacinta Luísa do Couto Brandão, Ana nasceu e foi criada às margens do rio Vermelho, em casa comprada por sua família no século XIX, quando seu avô ainda era uma criança. Estima-se que essa casa foi construída em meados do século XVIII, tendo sido uma das primeiras edificações da antiga Vila Boa de Goiá. Começou a escrever os seus primeiros textos aos quatorze anos de idade, publicando-os nos jornais locais apesar da pouca escolaridade, uma vez que cursou somente as primeiras quatro séries, com Mestra Silvina. Publicou nessa fase o seu primeiro conto, Tragédia na Roça. Casou-se em 1910 com o advogado Cantídio Tolentino Bretas, com quem se mudou, no ano seguinte, para o interior de São Paulo. Viveria no estado de São Paulo por quarenta e cinco anos, inicialmente nas cidades de Avaré e Jaboticabal, e depois na cidade de São Paulo, para onde se mudaria em 1924. Ao chegar à capital, teve que permanecer algumas semanas trancada num hotel em frente à Estação da Luz, uma vez que os revolucionários de 1924 haviam parado a cidade. Em 1930, presenciou a chegada de Getúlio Vargas à esquina da rua Direita com a praça do Patriarca. Um de seus filhos participou da Revolução Constitucionalista de 1932. Com a morte do marido, passou a vender livros. Posteriormente mudou-se para Penápolis, no interior do estado, onde passou a produzir e vender lingüiça caseira e banha de porco. Mudou-se em seguida para Andradina, até que, em 1956, retornou para Goiás. Ao completar cinquenta anos de idade, a poetisa relata ter passado por uma profunda transformação interior, a qual definiria mais tarde como "a perda do medo". Nesta fase, deixou de atender pelo nome de batismo e assumiu o pseudônimo que escolhera para si muitos anos atrás. Durante esses anos, Cora não deixou de escrever poemas relacionados com a sua história pessoal, com a cidade em que nascera e com ambiente em que fora criada. Ela chegou ainda a gravar um LP declamando algumas de suas poesias. Lançado pela gravadora Paulinas Comep, o disco ainda pode ser encontrado hoje em formato CD. Cora Coralina morreu em Goiânia. A sua casa na Cidade de Goiás foi transformada num museu em homenagem à sua história de vida e produção literária. [editar] Primeiros passos literários Os elementos folclóricos que faziam parte do cotidiano de Ana serviram de inspiração para que aquela frágil mulher se tornasse a dona de uma voz inigualável e sua poesia atingisse um nível de qualidade literária jamais alcançado até aí por nenhum outro poeta do Centro-Oeste brasileiro. Senhora de poderosas palavras, Ana escrevia com simplicidade e seu desconhecimento acerca das regras da gramática contribuiu para que sua produção artística priorizasse a mensagem ao invés da forma. Preocupada em entender o mundo no qual estava inserida, e ainda compreender o real papel que deveria representar, Ana parte em busca de respostas no seu cotidiano, vivendo cada minuto na complexa atmosfera da Cidade de Goiás, que permitiu a ela a descoberta de como a simplicidade pode ser o melhor caminho para atingir a mais alta riqueza de espírito. Foi ao ter sua poesia conhecida por Carlos Drummond de Andrade que Ana, já conhecida como Cora Coralina, passou a ser admirada por todo o Brasil. Seu primeiro livro, Poemas dos Becos de Goiás, foi publicado pela Editora José Olympio em 1965, quando a poetisa já contabilizava 75 anos. Reúne os poemas que consagraram o estilo da autora e a transformaram em uma das maiores poetisas de Língua Portuguesa do século XX. Onze anos mais tarde, em 1976, compôs Meu Livro de Cordel. Finalmente, em 1983 lançou Vintém de Cobre - Meias Confissões de Aninha (Ed. Global). Cora Coralina foi eleita intelectual do ano e contemplada com o Prêmio Juca Pato da União Brasileira dos Escritores em 1983. Dois anos mais tarde, veio a falecer.

4 de Junho de 2009

Quem canta seus males espantam ...

Venho trabalhando com canto na Casa de Convívio da Fraternidade ANAWIN ,um trabalho voluntário que tem me acrescentado muito como ser humano e venho com isso percebendo a importância da música na vida não só dessas pessoas da terceira idade ,mais na vida de um modo geral .
Como a música nos diz coisas que talvez não consigamos perceber no dia á dia !!! E é assim com este olhar simplesmente humano que venho percebendo que ela ( a música ) é capaz de promover a interação e que neste aspecto promove também a integração . Neste contexto musical descubro todo um movimento corporal e cognitivo onde podemos desenvolver não só a musicalidade, harmonia e ritmo, como de forma descontraída trabalhar o exercício das cordas vocais, a respiração e o fortalecimento dos músculos. E aproveitando as músicas que fizeram e fazem parte da história de muitos que ali se encontram, trabalhar ainda o exercício da memória. Dizem que quem canta seus males espantam, e é neste movimento frenético que constato o senso rítmico, a harmonia e a acuidade musical existentes em cada ser , que mesmo em suas limitações (próprias da idade) nos fazem refletir que a idade não esta limitada ao que você não pode fazer e sim no que você se propõe a aprender.
http://www.casaconvivio.com.br/fraternidade.html

21 de Janeiro de 2009

Estimulação Cognitiva - Prevenção

O que vem á ser isso ? Simples , muitas pessoas costumam dizer : ¨... nossa , tenho andado tão esquecida ( o ).... acho que é da idade..
Pois bem o Estimulo Cognitivo nada mais é do que o trabalho com a mente para PREVINIR as perdas que acontecem no processo de
normal do envelhecimento , assim trabalharemos nossa AUTO ESTIMA, e pricipalmente manteremos INDEPENDÊNCIA .
Eis alguma sugestões de exercícios :
. Leia textos em diversas posições
. Pratique caça - palavras
. Faça palavras cruzadas
. Forme palavras usando sílabas/letras ou palavras
. Use o relógio de cabeça para baixo
. Escreva de diversas formas diferentes
. Veja horas no espelho
. Escove o dente com a mão não dominate
. Vista-se ou tome banho ( mais cuidado ) com os olhos fechados
. Veja fotografias em várias posições
. Cante
. Dance
. Pratique exercícios físicos
Boa Sorte !!! Sílvia Regina

24 de Junho de 2008

Este vídeo foi feito em homenagem aos meus queridos da Melhor Idade!!!

video

Cusos e Palestras ! VENHA PARTICIPAR

¨ CONVERSANDO SOBRE O ENVELHECIMENTO ¨

Público Alvo : familiares , cuidadores formais e demais interessados .
Escolaridade mínima : ensino fundamental .

CURSO : CUIDADANDO DE PESSOAS IDOSAS

Período : 3 de agosto a 26 de outubro de 2009
( 2as. feiras - 13:30m às 16:3om )
-30 horas de aulas teóricas
-15 horas de atividades práticas

PALESTRAS :

10/08/2009 - 9 às 11 horas : CUIDANDO DE QUEM CUIDA
14/09/2009 - 9 às 11 horas : IDOSOS COM DEMÊNCIA ALZHEIMER
05/10/2009 - 9 às 11 horas : NUTRIÇÃO ( OBESIDADE / DESNUTRIÇÃO )

INFORMAÇÕES : CASA CONVÍVIO - Rua Dr. Mario Viana , 358 - Travessa Trajano de Morais,14 - Santa Rosa - Niterói - RJ - Tel : 2704-9994 - Email : casaconvivio@urbi.com.br

Vale á pena sempre !!!

O canto que encanta !!